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domingo, 28 de maio de 2017

Transmissão ao vivo de francisco germano araújo

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Dono da JBS grava Temer dando aval para compra de silencio de Cunha

sexta-feira, 31 de março de 2017

MAS UM GOLPE; PRESIDENTE DA CAMARÁ(RODRIGO MAIS)ESTA TRABALHANDO NOS BASTIDORES, PRA MUDAR AS ELEIÇÕES DE 2018 PARA 2020. COM ISSO TEMER GANHA MAIS DOIS ANOS . SERÁ QUE O BRASIL ALGUETA?

Diante da impossibilidade de conter o crescimento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas pesquisas de intenção de voto, os golpistas se acertaram, agora, em torno de um projeto sórdido: estender o mandato de Michel Temer, o presidente ilegítimo com 96% de reprovação popular, até 2020. No Congresso Nacional, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), anunciou a instalação de uma comissão especial para avaliar a proposta de emenda constitucional (PEC) do deputado Marcelo Castro (PMDB-PI) – que além de golpista, é um traidor por ter sido ministro da Saúde da ex-presidenta Dilma Rousseff. Essa decisão de Maia revela que o desespero fez com os golpistas apostassem as últimas fichas em um golpe dentro do golpe, na esperança de impedir a vitória de Lula, em 2018, e o julgamento popular da lambança política iniciada com o impeachment – ilegal e imoral – de Dilma. Para tal, não hesitam em querer estender um governo desgraçadamente antidemocrático que está levando o Brasil à ruína moral e econômica. Tenho certeza que o povo brasileiro vai reagir à altura a essa insanidade pensada para dar fôlego a uma quadrilha empenhada, diuturnamente, a destruir o País.

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Waldir Maranhão anula votação do impeachment na Câmara

O presidente interino da Câmara, deputado Waldir Maranhão (PP-MA), anulou hoje (9) as sessões do dias 15, 16 e 17 de abril, quando os deputados federais aprovaram a continuidade do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff. Ele acatou pedido feito pela Advocacia-Geral da União (AGU). 

O deputado do PP marcou uma nova votação do pedido de impeachment para daqui cinco sessões na Câmara dos Deputados. Maranhão substituiu Eduardo Cunha na presidência da Câmara na semana passada após o Supremo Tribunal Federal (STF) afastar o peemedebista do comando da casa.

Maranhão explica que a petição da AGU não foi analisada pela Câmara. Ele argumenta que a votação contou com “vícios que tornaram nula de pleno direito a sessão em questão”.

Para o presidente em exercício da Câmara, os partidos políticos não poderiam ter fechado questão a favor ou não do impeachment. Quando há o conhecido fechamento de questão, os deputados devem seguir as diretrizes de suas legendas sob pena de punição e até expulsão do partido. 
“Não poderiam os partidos políticos terem fechado questão ou firmado orientação para que os parlamentares votassem de um modo ou de outro, uma vez que, no caso deveriam votar de acordo com as suas convicções pessoais e livremente”, disse Maranhão.

Ainda de acordo com o comunicado, Maranhão argumenta que os deputados não poderiam anunciar previamente suas posições antes da sessão. Além disso, a defesa de Dilma também deveria ter oportunidade de falar na votação.
“Não poderiam os senhores parlamentares antes da conclusão da votação terem anunciado publicamente seus votos, na medida em que isso caracteriza prejulgamento e clara ofensa ao amplo direito de defesa que está consagrado na Constituição. Do mesmo modo, não poderia a defesa da senhora Presidente da República ter deixado de falar por último no momento da votação, como acabou ocorrendo”, completou. 

terça-feira, 7 de outubro de 2014

com base nos Instituto de pesquisa feliz natal

Os dois institutos de pesquisa mais acreditados pela imprensa aceleraram muito no final de semana, mas perderam a corrida rumo à boca da urna. Nem o Ibope, nem o Datafolha, chegaram sequer perto de detectar a maré de adesões que levou o candidato do PSDB, Aécio Neves, ao segundo turno.
O conservadorismo do eleitorado paulista superou a desconfiança que o ex-governador de Minas sofre em seu próprio estado, a presidente Dilma Rousseff continuou onde sempre esteve, com pouco mais de 40% dos eleitores, e Marina Silva viu mais uma vez o voluntarismo desmanchado pela máquina de colher votos.
Por que os pesquisadores não conseguiram detectar o crescimento da onda conservadora que se ergueu por trás da proposta de mudança? Talvez os analistas estivessem ocupados demais em provar suas próprias teses e não perceberam que a polarização nunca deixou o campo do jogo: Marina Silva apenas encarnou, durante menos de dois meses, uma opção capaz de abrigar ex-petistas saudosos da inocência perdida e antipetistas que não acreditavam nas chances de Aécio Neves. A fragilidade da ex-ministra do Meio Ambiente convenceu os oposicionistas de que o senador mineiro seria mais competitivo.
Os jornais do fim de semana refletiam o desencontro dos números, e os textos demonstravam mais claramente o desejo de seus autores do que argumentos em favor deste ou daquele cenário. Diante do imponderável, que ainda apontava alguma possibilidade de Marina Silva vir a disputar o segundo turno, o establishment da mídia parecia desconfiar de que Aécio Neves não teria o estofo de um José Serra para encarar um confronto com a máquina petista.
O noticiário e as opiniões de sábado (4/10) e domingo registram um momento de insegurança da imprensa hegemônica.
No domingo, o fato jornalístico mais relevante foi a declaração de voto do jornal O Estado de S.Paulo, que pedia explicitamente a eleição do senador mineiro. O texto patético, sem qualquer compromisso com a realidade exterior ao campo definido pela própria imprensa, repete bordões e preconceitos que são levados ao público pelos pitbulls contratados para atacar diariamente o governo.
Vale-tudo na imprensa
Na segunda-feira (6/10), o estado de espírito dos principais diários de circulação nacional é de euforia contida. O teor geral das análises é a volta da polarização, como se ela tivesse se ausentado durante a campanha do primeiro turno. A maioria dos analistas parece crer com todas as forças que a grande massa dos eleitores de Marina Silva irá apoiar Aécio Neves, sem considerar a ampla aliança que conduziu a candidatura da ex-ministra, onde se juntaram desde militantes do movimento ambientalista até representantes do conservador Partido Democratas.
Globo e o Estado de S.Paulo apostam, em suas manchetes, que a mágoa de Marina Silva por conta dos ataques que sofreu nas últimas semanas será determinante para que ela se empenhe em evitar a reeleição da atual presidente. A Folha de S. Paulo também registra a primeira manifestação da ex-ministra em favor da oposição, mas sabe-se que seu partido já era um saco de gatos antes que ela se associasse ao ex-governador Eduardo Campos para compor a chapa do PSB. Portanto, mesmo que ela vá para um lado, nada garante que seus eleitores a seguirão.
Os analistas convergem para a ideia de que o segundo turno será decidido por uma margem estreita de votos, e curiosamente ignoram os dois ou três pontos porcentuais agregados pelos partidos de menor expressão eleitoral.
Os mais de 1,6 milhão de votos de Luciana Genro, do PSOL, por exemplo, podem fazer grande diferença num cenário com muitas abstenções, como o que é previsto pelos mesmos especialistas. Da mesma forma, os simpatizantes de Eduardo Jorge, do PV, mesmo invisíveis para os institutos de pesquisa, podem puxar apoios entre os que demoraram a se definir no primeiro turno.
Não se pode prever, portanto, o que irá ocorrer nas três semanas que nos separam da votação final. Ou melhor, não se pode adivinhar para onde penderá o eleitorado, mas neste espaço onde se observa o comportamento da mídia pode-se afirmar que o segundo turno da eleição presidencial deverá registrar o melhor do pior que a imprensa é capaz de produzir.
O editorial do Estado, declarando explicitamente o voto em Aécio Neves, é uma espécie de salvo-conduto para o vale-tudo que vem aí.